Continuamos com o tema das miudagens e as suas
aventuras. Talvez eu esteja a relembrar memórias desses tempos. Ou ainda esteja
a vivê-los… ainda não decidi qual.
Mas há putos insuportáveis. Daqueles difíceis só de
trazer por casa… pior ainda de os tirarmos de lá. Choram por tudo e por nada…
típica birrinha… e se os paizinhos queridos dos seus corações não lhes dão o
urso de peluche ou o sumo da Compal (ainda
que atualmente seja mais a garrafita de vodka) deitam-se no chão, batem com as
mãos e com os pés e gritam. Mesmo muito alto.
Bastantes desagradável para quem está presente,
humilhante para os pais… alguns merecem… que eduquem os putos… e os miúdos não
querem saber.
Quando chegam a casa os pais já se esqueceram, os
putos também e consequências… puff,
nem vê-las. Vá, nem é preciso chegarem a casa. Basta o puto levantar-se no chão
e fazer beicinho. Problema resolvido.
É uma questão de educação e de saber fazê-lo. Assim já
não é preciso aparecerem pessoas a dizer que devia ser proibida a entrada de miúdos
em museus.
Sim, porque a televisão é fornecedora de uma cultura
rica, decente e nada… idiota!
Mas tendo em conta que há pais que levam os filhos
aos museus, não me parece que seja com esses que os diretores de tais
instituições se devam preocupar… em 90% dos casos. Hei… há exceções!
Ainda assim, a ideia de banirem a entrada dos miúdos
em museus é um pouquito dramática, drástica e, mais uma vez,… idiota!
Não tarda estão os padres a pôr sinais à porta das
igrejas a impedir que os meninos da catequese assistam à missa. Na missa do
galo, os berros dos putos podem acordar o menino Jesus acabado de nascer.
Confesso que é possível que seja um pouco chato para Maria a José… e para o
burrito e vaquita… mas os meninos também têm direito a salvação.
Em último caso, assim mesmo para a loucura, as
professoras dos infantários também proíbem a entrada dos putos. Só que não é
por eles berrarem e chorarem… elas já sabem disso… é só porque têm de
trabalhar!
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