Poucas são as pessoas com a criatividade, imaginação
e visão para criarem algo bonito.
Temos os jogadores de futebol, capazes de desenharem
jogadas, assistência e golos de deixarem os espetadores de boca aberta e
estádios completamente de pé.
Temos os estilistas que, com 2 ou 3 rabiscos numa
folha de papel, criam as roupas que usamos… e as que não usamos. Roupas… umas
mais feias… outras mais bonitas e cheias de classe dignas de assentarem a um
James Bond ou, numa versão mais feminina (a minha preferida) a alguma das Bond Girls.
Certamente, outras atividades haverá com tamanho
talento, mas ficamos com estas duas… apenas a título de exemplo.
Co entanto, anda a emergir (ou já emergiu e eu estou
um pouco desatualizado) uma nova profissão que, a meu ver, inesperadamente,
consegue criar classe.
Utiliza como matéria de trabalho um produto que, no
mínimo, todas as manhãs, milhões de pessoas consomem: bebidas baseadas em café.
Sejam elas um galão, meia de leite ou café puro
(peço perdão se alguma delas são sinónimas mas não estou muito por dentro deste
mercado) … sendo empregado de balcão essa emergente profissão.
Aquilo que eles conseguem criar com café e leite
(talvez mais alguma coisa) é, absolutamente, espetacular. Ver imagens dos
desenhos é, já por si, lindo… mas ver à nossa frente a magia a ser criada é
fantástico.
Talvez uma ação valha mais que mil imagens!
Acredito que toda a técnica necessária, para que o
desenho de bonecos surja em espuma de café ou leite vaporizado, não seja uma
das mais fáceis de dominar.
Segundo investigações minhas é um requisito
necessário a temperatura ótima do leite e do café e a obtenção de uma espuma
perfeita passível de ser “desenhada”.
Pessoalmente, não sou apreciador de café… mas sou
apreciador de leite. Talvez esteja disposto… até talvez tentado… a alguma
mistura entre ambos só para poder ir a um café, levantar o braço graciosamente,
estalar os dedos e dizer:
Garçon, era um
galão com classe!
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