É um pouco ousado, confesso, tentar escrever alguma coisa sobre coisa nenhuma! Talvez ainda mais o seja coisa alguma escrever sobre nenhuma coisa! Mas este é um tema propício a uma reflexão filosófica bastante extensa a que, hoje, não me vou dedicar!
Mas talvez seja melhor explicar as minhas primeiras declarações!
Quando planeei o meu dia (o que não fiz, só quero parecer um rapaz organizado) já contava com escrever alguma coisa! Assim como quem quer quebrar a monotonia de passar um dia inteiro a moldar o rabo às formas da cadeira!
Sinceramente, no que não pensei foi sobre o que escrever. Melhor..... até pensei mas todas as ideias eram destruídas pelo som do sangue a fluir por tudo quanto é artéria e veia na cara e no pescoço.
Sendo assim, escrevo ao facto de não saber o que escrever. Este é capaz de ser o fantasma que assombra todo o ser que queira partilhar, num pedaço de papel, qualquer tipo de informação: seja um recadinho para o irmão, um bilhete para a amada (esta então é difícil) ou (mal)dita composição que está no final do exame de Português (já agora um à parte..... boa sorte a quem enfrentará tal desafio. Não tão difícil quanto comprar papel higiénico mas suficientemente perto)!
Já passei por todas estas "provações" e, talvez, a mais difícil seja mesmo a última.... e não me refiro ao ir comprar papel para o rabo!
É que o exame de Português por si já é difícil e ainda ter de adivinhar o que eles querem que eu diga numa composição sobre "As cores"..... é capaz de complicar aquele bocadinho! Mas pronto, já passou e, em princípio, não terei de voltar a essa etapa. Isto se o Ministério da Educação não decidir mudar as regras sobre os exames como quem muda de cuecas.
Falo por mim que as mudo frequentemente! Agora a frequência..... fica no ar! Depende da quantidade de papel higiénico que há na casa-da-banho!
Bem, como já me esqueci sobre o que vim para aqui escrever..... vou ficar por aqui!
Escrever sobre o que escrever...... que idiota!
Escrever sobre o que escrever...... que idiota!
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