Nos últimos tempos
tem-me dado para escrever. Até parece que estou doente, com algum bichito a
corroer-me as entranhas. Não é que escrever não seja uma coisa que me assista,
mas tem sido uma sensação estranha: tem-me apetecido escrever sobre temáticas
mais sérias. Talvez até abra, neste bloguezito, um espaço de reflexão para
situações mais sérias. Epá, até já pareço um filósofo mas deve ser só o
bichito a incomodar. Um dulcolax e talvez passe.
Quando peguei no papel
e na caneta para escrever este texto vieram-me à mente alguns momentos caricatos
na minha vida. Tudo relacionado com medos e fobias.
No entanto, não é da
minha vida e dos meus medos que vos venho escrever. Escreverei, sim, de alguns
medos mais ou menos (menos, pessoalmente) infundados que o ser humano possui
(principalmente as mulheres).
Quer dizer, esse ser,
que quando mete uma coisa na cabeça não mais de lá sai, tem medo de aranhas de
5 mm, de melgas, abelhas, baratas, etc. O que fazem todos esses seres de 10 gr.
contra mulheres de 40 kg (ou as mais obesas com 50)?
´
É impressão minha ou
há aqui algo de contraditório? Ou, não sendo tão extremo, algo de irracional?
Uma mulher que se lhe
der na real mona escalar o Evereste usando uma colher para abrir caminho
através da neve, fá-lo, tem medo de bichitos que os chineses comem e gostam.
Estará aqui alguma
coisa errada ou serei só eu? Deixo isso a vosso critério!
Não me interpretem
mal, não é meu escopo minimizar o sexo feminino! De maneira alguma! Também os
homens têm as suas fobias. São é menos estranhas e mais fundamentadas.
Serão?
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